Sobre as críticas de Skinner à fisiologia: Indicadoras de orientação antifisiológica ou contribuições relevantes?

Por conta das constantes críticas às explicações fisiológicas do comportamento, Skinner foi acusado de defender posicionamento antifisiológico: em sua ciência do comportamento supostamente não haveria lugar para qualquer contribuição da fisiologia à compreensão do fenômeno. Contudo, acreditamos que...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Zilio, Diego
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2016
País:México
Institución:UNIVERSIDAD NACIONAL AUTÓNOMA DE MÉXICO
Repositorio:Acta Comportamentalia
Idioma:español
OAI Identifier:oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/53799
Acceso en línea:https://www.revistas.unam.mx/index.php/acom/article/view/53799
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:B. F. Skinner
Behaviorismo radical
Fisiologia
Neurociências
Sistema nervoso conceitual
Mentalismo.
Descripción
Sumario:Por conta das constantes críticas às explicações fisiológicas do comportamento, Skinner foi acusado de defender posicionamento antifisiológico: em sua ciência do comportamento supostamente não haveria lugar para qualquer contribuição da fisiologia à compreensão do fenômeno. Contudo, acreditamos que as críticas de Skinner não sejam necessariamente antifisiológicas nesse sentido. Pelo contrário, por apontarem potenciais problemas metodológicos, conceituais e filosóficos na prática fisiológica, elas podem ser vistas como contribuições relevantes e atuais, especialmente às neurociências. Para fundamentar tal tese, sendo este o objetivo central do artigo, realizamos uma análise das críticas à fisiologia apresentadas por Skinner ao longo de sua carreira, desde a década de 1930 até os anos 1990. Em adição, para atestar a atualidade de suas ideias, foram estabelecidos paralelos com autores (filósofos e neurocientistas) contemporâneos que apresentaram críticas semelhantes.