El género y la mascarada en la fotografía de María Santibáñez
Este artigo propõe que nas fotografias de María Santibáñez, entre 1920-1930, foram reproduzidos imaginários e experiências do corpo feminino capaz de atuar, que haviam sido apagados nas reconstruções historiográficas enraizadas na concepção da cultura mexicana como dicotomia entre a tradição e a mod...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | México |
| Institución: | Universidad Nacional Autónoma de México |
| Repositorio: | Redalyc-UNAM |
| OAI Identifier: | oai:redalyc.org:405657693008 |
| Acceso en línea: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=405657693008 https://www.redalyc.org/journal/4056/405657693008/ https://www.redalyc.org/journal/4056/405657693008/html/ https://www.redalyc.org/journal/4056/405657693008/405657693008.epub https://www.redalyc.org/journal/4056/405657693008/movil |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Lengua y Literatura México Fotografia pictorialismo moças modernas María Santibáñez |
| Sumario: | Este artigo propõe que nas fotografias de María Santibáñez, entre 1920-1930, foram reproduzidos imaginários e experiências do corpo feminino capaz de atuar, que haviam sido apagados nas reconstruções historiográficas enraizadas na concepção da cultura mexicana como dicotomia entre a tradição e a modernidade. Através de temas estilísticos (greco-latino, oriental e espanhol), essas representações femininas criaram um espaço imaginativo para construir modelos de mulheres de classe média com uma vida interior “intensa”. Como fotógrafa de estúdio, María Santibáñez invocou com essa iconografia uma tradição estetizante que elevou seu trabalho de fotografia comercial ao nível de criação artística e ao mesmo tempo afirmou uma experiência cultural sobre o que tinha bom gosto, era delicado, e tinha “classe”. |
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