Ensino de Análise Funcional Baseada em Tentativas: Vídeo-modelo versus vídeo-feedback
Foram avaliados os efeitos de Vídeo-feedback (VF) e Vídeo-modelo (VM), de forma isolada e combinada, para o ensino de Análise Funcional Baseada em Tentativas (TBFA) para seis professores de Atendimento Educacional Especializado (AEE), divididas em dois grupos. Após treinamento, cada uma delas avalio...
| Autores: | , , , |
|---|---|
| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | México |
| Institución: | UNIVERSIDAD NACIONAL AUTÓNOMA DE MÉXICO |
| Repositorio: | Acta Comportamentalia |
| Idioma: | español |
| OAI Identifier: | oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/80295 |
| Acceso en línea: | https://www.revistas.unam.mx/index.php/acom/article/view/80295 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | análise funcional baseada em tentativa treinamento de professores comportamento-problema vídeo-modelo vídeo-feedback avaliação comportamental. |
| Sumario: | Foram avaliados os efeitos de Vídeo-feedback (VF) e Vídeo-modelo (VM), de forma isolada e combinada, para o ensino de Análise Funcional Baseada em Tentativas (TBFA) para seis professores de Atendimento Educacional Especializado (AEE), divididas em dois grupos. Após treinamento, cada uma delas avaliou dois estudantes público-alvo da educação especializada com problemas de comportamento. Os procedimentos de treinamento incluíram Linha de Base (LB), Treinos iniciando com VF ou VM, Sondas Pós-treino (com aluno A) e Sondas de Generalização (com aluno B). As condições experimentais treinadas foram Atenção, Tangível, Demanda e Ignorar. Os dados de LB foram comparados com as médias de desempenho nos Pós-treinos e observou-se que, embora ambos os grupos das professoras não tenham atingido o critério de aprendizagem (>80%), apresentaram melhora significativa na condução do TBFA, sendo LB: 15% e 17%, Pós-treino: 70% e 61%, para VF e VM, respectivamente. Observou-se também a manutenção do desempenho de aplicação do TBFA (VF =73% e VM=77%) nas sondas de generalização, aplicadas dois meses após o treino. Também foram discutidos tipos de erros e frequências em cada condição para cada professora e por grupo segundo estratégia de treinamento, limitações dos treinos e do procedimento do TBFA, e indicações de pesquisas futuras. |
|---|