SOBRE SUPEREXPLORAÇÃO E CAPITALISMO DEPENDENTE1
Este artigo é uma crítica às teses que sustentam que Marx não teria deixado dúvidas de que a força de trabalho de nosso tempo é paga por seu valor, o que exigiria abandonar a categoria de superexploração. Aqui, procuramos mostrar que a violação do valor da força de trabalho é um problema inscrito na...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | México |
| Institución: | Universidad Autónoma Metropolitana |
| Repositorio: | Redalyc-UAM |
| OAI Identifier: | oai:redalyc.org:347659220005 |
| Acceso en línea: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=347659220005 https://www.redalyc.org/journal/3476/347659220005/ https://www.redalyc.org/journal/3476/347659220005/html/ https://www.redalyc.org/journal/3476/347659220005/347659220005.epub https://www.redalyc.org/journal/3476/347659220005/movil |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Sociología Superexploração Formas de capitalismo Capitalismo dependente |
| Sumario: | Este artigo é uma crítica às teses que sustentam que Marx não teria deixado dúvidas de que a força de trabalho de nosso tempo é paga por seu valor, o que exigiria abandonar a categoria de superexploração. Aqui, procuramos mostrar que a violação do valor da força de trabalho é um problema inscrito na teoria marxista e presente em O Capital. Por outro lado, argumentamos sobre a relevância da noção de capitalismo dependente e seu significado para entender as particularidades desse capitalismo, que o separa das trajetórias e objetivos do capitalismo desenvolvido. |
|---|