Deixar a pátria livre ou morrer pelo Haiti: sobre a global governance no caso da MINUSTAH
Deixar a pátria livre ou morrer pelo Haiti aborda a global governance a partir do caso da MINUSTAH – Mission des Nations Unis pour la stabilization en Haiti. Analisa, essencialmente, os relatórios do secretário geral das Nações Unidas produzidos entre 2004 e 2014. Reconstitui o processo de desestabi...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | España |
| Institución: | Universidad de Sevilla (US) |
| Repositorio: | idUS. Depósito de Investigación de la Universidad de Sevilla |
| OAI Identifier: | oai:idus.us.es:11441/62102 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/11441/62102 https://doi.org/10.12795/araucaria.2017.i37.17 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Haiti MINUSTAH Global governance |
| Sumario: | Deixar a pátria livre ou morrer pelo Haiti aborda a global governance a partir do caso da MINUSTAH – Mission des Nations Unis pour la stabilization en Haiti. Analisa, essencialmente, os relatórios do secretário geral das Nações Unidas produzidos entre 2004 e 2014. Reconstitui o processo de desestabilização política e social que conduziu à necessidade dessa missão no Haiti. Leva em consideração a sobreposição de crises locais, regionais e mundiais nesses dez anos e considera a manutenção como genuíno esforço de global governance. |
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