Alfred o Grande e a linhagem sagrada de Wessex

No final do século IX, as ações tomadas pelo rei Alfred, o Grande, foram decisivas para a sobrevivência da Inglaterra anglo-saxônica contra os vikings. Seu resgate cultural iria mudar a sociedade anglo-saxônica, reforçando as defesas do reino, a política e possibilitar a unificação da Inglaterra em...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Medeiros, Elton O. S.
Tipo de recurso: artículo
Fecha de publicación:2011
País:España
Institución:Universitat Autònoma de Barcelona
Repositorio:Dipòsit Digital de Documents de la UAB
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ddd.uab.cat:106766
Acceso en línea:https://ddd.uab.cat/record/106766
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Anglaterra
Mite
Societat
Alfred
Inglaterra
Mito
Sociedade
Alfredo
Anglo-saxões
England
Myth
Society
Anglo-Saxons
Descripción
Sumario:No final do século IX, as ações tomadas pelo rei Alfred, o Grande, foram decisivas para a sobrevivência da Inglaterra anglo-saxônica contra os vikings. Seu resgate cultural iria mudar a sociedade anglo-saxônica, reforçando as defesas do reino, a política e possibilitar a unificação da Inglaterra em meados do século X sob o governo do rei Athelstan. Entretanto, a razão principal para este resgate não era cultural, mas espiritual. Para esta tarefa, inspirado por obras como a Historia Ecclesiastica de Beda, um mito de origem foi forjado. Um mito que dizia que os anglo-saxões eram os herdeiros espirituais dos hebreus do Velho Testamento. E seus reis seriam descendentes de uma linhagem sagrada de um misterioso quarto filho de Noé. Neste artigo iremos analisar os elementos desse mito, como se deu sua construção e sua importância para o período alfrediano.