Sobre os ciborgues como figuras de borda
Nessa apresentação, propomos uma reflexão sobre a agência de objetos compreendidos como partícipes e produtos de redes heterogêneas. O que chamamos de objetos não apresenta uma ontologia diferente do que chamamos de pessoas - ambos resultam de processos de estabilização que atribuem intencionalidade...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | artículo |
| Fecha de publicación: | 2003 |
| País: | España |
| Institución: | Universitat Autònoma de Barcelona |
| Repositorio: | Dipòsit Digital de Documents de la UAB |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ddd.uab.cat:5280 |
| Acceso en línea: | https://ddd.uab.cat/record/5280 https://dx.doi.org/urn:doi:10.5565/rev/athenead/v1n4.97 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Construccionisme Pràctica discursiva Materialitat Agències Objectes Construccionismo Práctica discursiva Materialidad Agencias Objetos Construcionismo Práticas discursivas Materialidades Agências Constructionism Discursive practice Materiality Agencies Object |
| Sumario: | Nessa apresentação, propomos uma reflexão sobre a agência de objetos compreendidos como partícipes e produtos de redes heterogêneas. O que chamamos de objetos não apresenta uma ontologia diferente do que chamamos de pessoas - ambos resultam de processos de estabilização que atribuem intencionalidade aos humanos e instrumentalidade às coisas (Latour, 1994). Note-se que compreender a ação das coisas ou objetos não implica em propor uma espécie de animismo que atribua intencionalidade às coisas (Tirado, 2000), nem a negação de intencionalidade às pessoas. A ação é propriedade de um coletivo no qual alguns entes adquirem propriedades estáveis em determinadas circunstâncias nas quais agem. Incorporar a ação de entes aos quais não é conferida humanidade - os objetos - constitui desafio que, ao lado de outros autores, nos propomos a enfrentar a partir da análise de situações ocorridas em diferentes contextos: artístico (Gullar, 1966; Oiticcica, 1968), científico (Mol, A., 2000) e ecológico (Tirado et al, 2003). |
|---|