O comércio entre Portugal e Inglaterra: 1890-1960

Esta tese analisa o comércio entre Portugal e Inglaterra no período de 1890-1960 com o objetivo de avaliar a dependência comercial luso inglesa, o seu processo e mecanismo de mudança enquadrado no ambiente económico, social e político dos diferentes subperíodos. A periodização assentou nas duas Gran...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Caiano, Maria Paula de Serpa Castelo Branco
Tipo de recurso: tesis doctoral
Fecha de publicación:2022
País:España
Institución:Universidad de Santiago de Compostela (USC)
Repositorio:Minerva. Repositorio Institucional de la Universidad de Santiago de Compostela
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:minerva.usc.gal:10347/29314
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10347/29314
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Materias::Investigación::53 Ciencias económicas::5304 Actividad económica::530404 Comercio exterior
Materias::Investigación::53 Ciencias económicas::5310 Economía internacional::531009 Relaciones comerciales internacionales
Materias::Investigación::55 Historia::5506 Historia por especialidades::550610 Historia de las relaciones internacionales
Descripción
Sumario:Esta tese analisa o comércio entre Portugal e Inglaterra no período de 1890-1960 com o objetivo de avaliar a dependência comercial luso inglesa, o seu processo e mecanismo de mudança enquadrado no ambiente económico, social e político dos diferentes subperíodos. A periodização assentou nas duas Grandes Guerras, fases de rutura dos fluxos comerciais. Analisamos a corrente exportadora e importadora para Inglaterra, nos produtos com maior peso na mesma, mas também as trocas internacionais com outros países, sempre que estas se manifestaram relevantes quantitativamente e qualitativamente. Destacamos as principais alterações e fizemos notar as situações de continuidade. Recorremos às estatísticas de comércio externo do INE para o estudo quantitativo. Todo o trabalho de investigação foi acompanhado da visão da época transmitida pelo recurso a fontes primárias, que nos deram a conhecer a forma como os acontecimentos eram vividos, e que certamente não teríamos à distância do tempo.