Sobre a beleza e o amor na transição do paganismo ao Cristianismo

Enquanto Platão é considerado o fundamento absoluto da estética, uma valiosa contribuição em favor do conceito de beleza foi oferecido pelo cristianismo. Conquanto a subestimação dessa contribuição como mero reflexo do platonismo seja improcedente, é inegável que parte substancial das ideias platôni...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Coelho, Humberto Schubert|||0000-0001-9164-5741
Tipo de recurso: artículo
Fecha de publicación:2019
País:España
Institución:Universitat Autònoma de Barcelona
Repositorio:Dipòsit Digital de Documents de la UAB
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ddd.uab.cat:211076
Acceso en línea:https://ddd.uab.cat/record/211076
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Beleza
Platão
Plotino
Agostinho
Amor
Beauty
Plato
Plotinus
Augustine
Love
Descripción
Sumario:Enquanto Platão é considerado o fundamento absoluto da estética, uma valiosa contribuição em favor do conceito de beleza foi oferecido pelo cristianismo. Conquanto a subestimação dessa contribuição como mero reflexo do platonismo seja improcedente, é inegável que parte substancial das ideias platônicas sobre o Belo e o papel do amor na ligação entre a consciência e a metafísica da máxima transcendência da origem do ser, então identificada com o Belo, influi poderosamente sobre a concepção cristã. A estética antiga, assim, consiste em um diálogo entre a bela forma grega e o sentimento cristão à luz do idealismo platônico. Para entendermos, portanto, a introspecção e sublimação da estética cristã faz-se imprescindível o estudo da delicada transição entre os dois registros culturais, religiosos e filosóficos, e como essa transição intensifica a ênfase no papel do amor na economia estética.