Evidências da Vulnerabilidade Ambiental do Comércio entre a China e Países Latino-Americanos Selecionados (2000-2011)
Se por um lado o comércio internacional pode gerar ganhos econômicos, por outro, tem o potencial de exercer pressão sobre o meio ambiente, principalmente se for baseado na exploração intensiva de recursos naturais. No caso dos países da América Latina, que são reconhecidamente grandes exportadores d...
| Autores: | , , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Fecha de publicación: | 2016 |
| País: | España |
| Institución: | Universitat Autònoma de Barcelona |
| Repositorio: | Dipòsit Digital de Documents de la UAB |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ddd.uab.cat:167116 |
| Acceso en línea: | https://ddd.uab.cat/record/167116 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | América Latina Comércio Meio ambiente Vulnerabilidade ambiental China Latin America Trade Environment Environmental vulnerability |
| Sumario: | Se por um lado o comércio internacional pode gerar ganhos econômicos, por outro, tem o potencial de exercer pressão sobre o meio ambiente, principalmente se for baseado na exploração intensiva de recursos naturais. No caso dos países da América Latina, que são reconhecidamente grandes exportadores de "commodities" baseadas em recursos naturais, a crescente demanda chinesa por este tipo de "commodities" representa um "trade-off". Enquanto que pela ótica econômica fortalecer as relações comerciais com a China pode favorecer ganhos (econômicos), pela ótica ambiental pode estimular a especialização na produção e exportação de recursos naturais. Este estudo fornece evidências empíricas sobre a vulnerabilidade ambiental do comércio bilateral da Argentina, do Brasil, do Chile e do Peru com a China, no período de 2000 a 2011. Os resultados, de acordo com a metodologia utilizada, revelam uma clara tendência de aumento das pressões ambientais durante todo o período analisado nesses países latino-americanos selecionados. De fato, tal padrão exportador revela-se potencialmente insustentável no longo prazo, principalmente no que tange à escala de exploração dos recursos naturais. Portanto, isso implica dizer que Argentina, Brasil, Chile e Peru seguem uma trajetória divergente de um modelo de desenvolvimento sustentável. |
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