Los impactos de los efectos del Priming en la popularidad presidencial: el caso del segundo mandato de Lula

[POR] Para Stimson (1971), a dinâmica de popularidade dos presidentes tem um padrão cíclico: altos índices de aprovação ao início dos mandatos, seguido por uma perda de popularidade e uma leve recuperação do apoio popular ao fim de quatro anos. Pressupõe-se, ainda, que presidentes são mais populares...

Full description

Bibliographic Details
Author: Mundim, Pedro Santos
Format: article
Publication Date:2019
Country:España
Institution:Universidad de Salamanca (USAL)
Repository:GREDOS. Repositorio Institucional de la Universidad de Salamanca
OAI Identifier:oai:gredos.usal.es:10366/142725
Online Access:http://hdl.handle.net/10366/142725
Access Level:Open access
Keyword:Popularidade presidencial
Brasil
Priming
Lula
Mensalâo
Presidential popularity
Description
Summary:[POR] Para Stimson (1971), a dinâmica de popularidade dos presidentes tem um padrão cíclico: altos índices de aprovação ao início dos mandatos, seguido por uma perda de popularidade e uma leve recuperação do apoio popular ao fim de quatro anos. Pressupõe-se, ainda, que presidentes são mais populares no seu 1º mandato do que no 2º. No Brasil, o 2º mandato de Lula (2007-2010) foge a essas regras. Este artigo analisa por que isso aconteceu. Em 2005, Lula e seu partido, o PT, se envolveram em um grande escândalo de corrupção, o “mensalão”, que gerou um efeito de priming que afetou seus índices de popularidade. Eleitoralmente, ele sobreviveu porque a economia funcionou como um escudo a seu favor. Mas o mensalão também reduziu as expectativas dos cidadãos em relação ao que seria entregue no 2º mandato. Isso abriu caminho para uma maximização de impactos positivos nas políticas adotadas pelo governo do ex-presidente..