A arqueologia e seu rompimento
O rompimento dos limites da arqueologia é o resultado de uma longa trajetória do pensamento de Foucault que, em L'archéologie du savoir, se torna incapaz de analisar as novas questões que surgem: o sujeito e o fundamento social referente às escolhas dos temas e teorias que compõem determinado d...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Fecha de publicación: | 2015 |
| País: | España |
| Institución: | Universitat Autònoma de Barcelona |
| Repositorio: | Dipòsit Digital de Documents de la UAB |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ddd.uab.cat:136942 |
| Acceso en línea: | https://ddd.uab.cat/record/136942 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Arqueologia Discurso Genealogia Poder Saber Archaeology Speech Genealogy Power Knowledge |
| Sumario: | O rompimento dos limites da arqueologia é o resultado de uma longa trajetória do pensamento de Foucault que, em L'archéologie du savoir, se torna incapaz de analisar as novas questões que surgem: o sujeito e o fundamento social referente às escolhas dos temas e teorias que compõem determinado discurso. A questão do sujeito apresenta-se na trajetória arqueológica desde o princípio, em Histoire de la Folie, vinculada ao conceito de a priori histórico, pois este sempre se remete a um "alguém" envolvido em práticas discursivas. Já o "fundamento social" aparece em L'archéologie du savoir quando Foucault investiga as formações estratégicas de um discurso. A partir desse momento, para explicar o aparecimento do saber vinculado com as práticas sociais em que o sujeito está inserido, Foucault opta por uma genealogia do poder. Então, o objetivo do nosso trabalho consiste em mostrar como ocorre o rompimento dos limites da arqueologia, fato que impulsiona Foucault a buscar, no pensamento de Nietzsche, a genealogia como método que o proporcione prosseguir com seus estudos. Ao alcançarmos o limite arqueológico de Foucault entrando em seu período genealógico, veremos o aparecimento da questão do poder e sua relação com as práticas discursivas apresentadas durante a vigência da arqueologia. |
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