Psicoterapia psicodinâmica com o paciente borderline
A literatura destaca a complexidade do processo psicoterapêutico com pacientes com transtorno borderline, ensejando uma ampliação dos parâmetros técnicos da clínica psicanalítica. Neste estudo, buscamos identificar a abordagem técnica adotada por psicoterapeutas de orientação psicanalítica brasileir...
| Autores: | , , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Fecha de publicación: | 2025 |
| País: | España |
| Institución: | Universitat Autònoma de Barcelona |
| Repositorio: | Dipòsit Digital de Documents de la UAB |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ddd.uab.cat:318651 |
| Acceso en línea: | https://ddd.uab.cat/record/318651 https://dx.doi.org/urn:doi:10.5565/rev/qpsicologia.2154 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Transtorno de personalidade borderline Psicoterapia psicodinâmica Psicanálise Processo terapêutico Borderline personality disorder Psychodynamic psychotherapy Psychoanalysis Therapeutic process |
| Sumario: | A literatura destaca a complexidade do processo psicoterapêutico com pacientes com transtorno borderline, ensejando uma ampliação dos parâmetros técnicos da clínica psicanalítica. Neste estudo, buscamos identificar a abordagem técnica adotada por psicoterapeutas de orientação psicanalítica brasileiros com esses pacientes. Adotamos uma abordagem mista, de levantamento, caráter exploratório e descritivo. Oitenta e sete profissionais responderam questionários e à Comparative Psychotherapy Process Scale. Os dados foram analisados com base em estatística descritiva e Análise Temática. Identificamos que os terapeutas alternam suas intervenções de acordo com as necessidades do paciente, utilizando-se de técnicas da abordagem cognitivo-comportamental, quando necessário. Os objetivos centrais do tratamento costumam ser a construção de uma relação de segurança, integração do Eu e obtenção de insight. Destacou-se a flexibilidade do terapeuta e a atenção aos aspectos do contrato terapêutico. O tempo de experiência profissional contribui para a avaliação e sentimentos contratransferenciais, mas não há forma única de intervenção com pacientes borderline. |
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