A história da educaçâo física em Portugal: da implantaçâo da República (1910) à aprovaçâo da Lei de Bases do Sistema Educativo (1986)
[POR]Cientes da importância do conhecimento do passado como ajuda para melhor se compreender o presente, propomo-nos investigar o trajeto histórico da Educação Física, o seu percurso evolutivo, que se vai desenrolando no emaranhado da história do nosso país. Assim, definimos os marcos cronológicos:...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Fecha de publicación: | 2015 |
| País: | España |
| Institución: | Universidad de Salamanca (USAL) |
| Repositorio: | GREDOS. Repositorio Institucional de la Universidad de Salamanca |
| OAI Identifier: | oai:gredos.usal.es:10366/129772 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10366/129772 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Tesis y disertaciones académicas Universidad de Salamanca (España) Tesis Doctoral Academic dissertations Educación física Portugal 5506.07 Historia de la Educación |
| Sumario: | [POR]Cientes da importância do conhecimento do passado como ajuda para melhor se compreender o presente, propomo-nos investigar o trajeto histórico da Educação Física, o seu percurso evolutivo, que se vai desenrolando no emaranhado da história do nosso país. Assim, definimos os marcos cronológicos: 1910 e 1986. O primeiro (1910), pelo facto de a 5 de outubro desse ano, após uma revolução bem sucedida, ter sido implantada a República – a primeira República –, após quase oito séculos de Monarquia, o único regime politico que Portugal conhecera. A escolha do segundo, justifica-se pelo facto de ter sido aprovada, a 14 de Outubro, a “Lei de Bases do Sistema Educativo”, Lei nº 48/86, a primeira do regime democrático, que se revelou essencial para o panorama educativo português. Estrutura: o nosso trabalho vai ser estruturado em quatro capítulos balizados por factos que reputamos de grande importância. Seguem-se os seus títulos: Capítulo I – A Educação Física na Primeira República. Capítulo II – A Educação Física desde a Revolução de 1926 a 1940 (criação do INEF). Capítulo III – Da Criação do INEF à “Revolução dos Cravos” (1974). Capítulo IV – Do “25 de Abril” à Aprovação da Lei de Bases do Sistema Educativo (1986). Inicia-se com a Introdução Geral, a que se segue o “corpo” do trabalho (os já mencionados quatro Capítulos), a Conclusão, a Bibliografia – constituída basicamente pelas fontes legislativas e material bibliográfico concernente ao tema quer tenham ou não sido mencionados no texto do trabalho que, obviamente, consultámos – e Anexos (uma mais valia – julgamos – para melhor se ilustrar e completar certos itens tratados). Da Introdução Geral faz parte a justificação da escolha do tema, as nossas motivações, os objetivos que nos propomos alcançar, a estrutura do trabalho, a inovação prevista, a metodologia a seguir e a bibliografia a utilizar, isto é o tipo de fontes a que vamos recorrer e, ainda, os agradecimentos. Na Conclusão, tentaremos fazer o balanço do trabalho realizado, que, forçosamente, tem que passar pela constatação da concretização - ou não - dos objetivos expostos na Introdução Geral, que nos propusemos alcançar, assim como das expectativas que criámos. |
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