Da gentrificação marginal enquanto movimento urbano vrítico: evidências empíricas de um bairro histórico de Lisboa, Bairro Alto

O movimento de “gentrificação marginal” corresponde a franjas menos privilegiadas das novas classes médias na situação de sub-empregados ou empregados temporariamente em situação precária, mas que continuam a dar preferência às áreas centrais da cidade para fixar residência, tornando-se gentrifiers...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Medes, Luís
Tipo de recurso: artículo
Fecha de publicación:2013
País:España
Institución:Universitat Politècnica de Catalunya (UPC)
Repositorio:UPCommons. Portal del coneixement obert de la UPC
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:upcommons.upc.edu:2117/82553
Acceso en línea:https://hdl.handle.net/2117/82553
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Sociology, Urban -- Portugal -- Lisbon
Gentrification -- Portugal -- Lisbon
Gentrificação marginal
Cidade emancipatória
Bairro Alto
Lisboa
Marginal gentrification
Emancipatory city
Lisbon
Sociologia urbana -- Portugal -- Lisboa
Gentrificació -- Portugal -- Lisboa
Àrees temàtiques de la UPC::Urbanisme
Descripción
Sumario:O movimento de “gentrificação marginal” corresponde a franjas menos privilegiadas das novas classes médias na situação de sub-empregados ou empregados temporariamente em situação precária, mas que continuam a dar preferência às áreas centrais da cidade para fixar residência, tornando-se gentrifiers pioneiros presumivelmente atraídos ao estilo de vida não-conformista e de ambiente urbano social, liberal e tolerante dos bairros da cidade centro, recusando a normatividade convencional suburbana. Com o Bairro Alto - um bairro tradicional e histórico no centro de Lisboa - como estudo de caso, o foco principal deste trabalho é apresentar e discutir criticamente o posicionamento dos marginal gentrifiers como parte de uma facção de esquerda liberal no seio da nova classe média, que activa e efectivamente procuram mistura social em bairros antigos e tradicionais da cidade centro. Far-se-á recurso de dados empíricos referentes às redes sociais, outros contactos e interacções do quotidiano, bem como e sobretudo da respectiva percepção do bairro antigo e dos seus moradores, em contraponto com o urbanismo moderno suburbano.