Cidades em tempos de pandemia: um ensaio reflexivo

Este artigo nasce da inquietude frente ao momento em que o mundo atravessa, no combate a uma pandemia de escala mundial, e busca discutir qual será seu significado para as cidades tais como as conhecemos hoje. Sobre as inovações e as respostas que surgirão no modo de planejar as cidades pós pandemia...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Merli, Giovanna Augusto, Graciano, Guilherme Silva
Tipo de recurso: artículo
Fecha de publicación:2021
País:España
Institución:Universitat Politècnica de Catalunya (UPC)
Repositorio:UPCommons. Portal del coneixement obert de la UPC
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:upcommons.upc.edu:2117/348538
Acceso en línea:https://hdl.handle.net/2117/348538
https://dx.doi.org/10.5821/ace.16.46.9375
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:COVID-19 (Disease)
City planning
Epidemics
Pandemia
Cidades
Planejamento urbano
COVID-19
Pandèmia
Ciutats
Planificació urbana
Pandemic
Cities
Urban planning
COVID-19 (Malaltia)
Urbanisme
Epidemies
Àrees temàtiques de la UPC::Urbanisme
Descripción
Sumario:Este artigo nasce da inquietude frente ao momento em que o mundo atravessa, no combate a uma pandemia de escala mundial, e busca discutir qual será seu significado para as cidades tais como as conhecemos hoje. Sobre as inovações e as respostas que surgirão no modo de planejar as cidades pós pandemia de Covid-19, há mais perguntas que respostas e para o momento o que é mais válido é a reflexão sobre o assunto a fim de construir questionamentos que fomentem novas pesquisas e abordagens para o tema do planejamento urbano. Para refletir sobre possíveis respostas do urbanismo na atualidade, é feita uma revisão na historiografia do urbanismo, desde seu surgimento, no final do século XIX, discorrendo sobre como foi a resposta do planejamento urbano durante as pandemias e epidemias dos séculos XIX e XX. Este tema é debatido, explicitando-se que o urbanismo surge e se desenvolve buscando criar condições em que o contágio e surgimento de novas epidemias não aconteça, abordando casos de intervenções e planos urbanos na Europa e no Brasil. Por fim, são apontados dados da OMS e da ONU que demonstram que o cenário pandêmico pode se tornar habitual e, os reflexos já observados nas cidades e sociedades, para refletir sobre uma possível resposta do planejamento urbano para o pós-COVID-19 e para o papel dos arquitetos e urbanistas frente a esta crise. É reforçada ideia de que as cidades refletem a sociedade e que esta resposta depende de mudanças que impactam economia e organização social.