A cerâmica campaniense do Monte Molião, Lagos. Os hábitos de consumo no Litoral Algarvio durante os séculos II a.C. e I a.C.
A costa algarvia e em especial a actual cidade de Lagos foi, desde muito cedo, permeável aos contactos com as populações que habitavam o Mediterrâneo.O Monte Molião, demonstra uma longa diacronia na ocupação do espaço, constituindo um importante sítio indígena na Idade do Ferro, a partir da 1ª metad...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2015 |
| País: | España |
| Institución: | Universidad de Sevilla (US) |
| Repositorio: | idUS. Depósito de Investigación de la Universidad de Sevilla |
| OAI Identifier: | oai:idus.us.es:11441/34364 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/11441/34364 https://doi.org/10.12795/spal.2015i24.05 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Monte Molião Romano republicano Campaniense Roman Republican Campanian ceramic |
| Sumario: | A costa algarvia e em especial a actual cidade de Lagos foi, desde muito cedo, permeável aos contactos com as populações que habitavam o Mediterrâneo.O Monte Molião, demonstra uma longa diacronia na ocupação do espaço, constituindo um importante sítio indígena na Idade do Ferro, a partir da 1ª metade do século IV a.C. Dessa época, encontram- se no sítio, materiais provenientes da Baía de Cádis e cerâmicas gregas de verniz negro. A ocupação acentua-se com a chegada das populações romanas, que se parecem ter instalado em torno dos finais da segunda metade do século II a.C. O conjunto de cerâmica campaniense do sítio, produção característica do período romano republicano, permite-nos a observação destes ritmos de instalação a partir do estudo intensivo sobre a sua chegada e a sua presença no Monte Molião. |
|---|