A Guerra da Sucessão de Castela na fronteira-luso castelhana (Alentejo e Extremadura): a Coroa, a guerra e a política (1475-1479)

O Alentejo tornou-se simbolicamente no ponto de partida da entrada de D. Afonso V contra solo castelhano, em 1475, com cerca de 20 000 homens concentrados em Arronches, naquela que ficaria conhecida como a campanha de Toro. Enquanto isso acontecia, as fortalezas da região ficavam entregues ao seu de...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Nisa, João
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2025
País:España
Institución:Universidad de Valladolid
Repositorio:UVaDOC. Repositorio Documental de la Universidad de Valladolid
OAI Identifier:oai:uvadoc.uva.es:10324/76627
Acceso en línea:https://doi.org/10.24197/em.26.2025.79-116
https://uvadoc.uva.es/handle/10324/76627
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Afonso V de Portugal
Reis Católicos
Extremadura
Alentejo
Guerra da Sucessão de Castela (1475-1479)
Edad Media
Descripción
Sumario:O Alentejo tornou-se simbolicamente no ponto de partida da entrada de D. Afonso V contra solo castelhano, em 1475, com cerca de 20 000 homens concentrados em Arronches, naquela que ficaria conhecida como a campanha de Toro. Enquanto isso acontecia, as fortalezas da região ficavam entregues ao seu destino, e o território à mercê de ataques depredatórios vindos do reino vizinho. Neste artigo iremos analisar as ferramentas que o rei português utilizou para tentar equilibrar as forças, num jogo perigoso e arriscado, mas necessário, que procurou conjugar a estratégia no domínio das operações militares com a instabilidade política que se vivia na Extremadura castelhana.