Militarização de agentes penitenciários no Brasil
O trabalho do agente penitenciário (AP) é uma realidade problemática, porém pouco pesquisada. Nesse sentido, esta pesquisa teve por objetivo cartografar os processos de subjetivação presentes no trabalho dos AP de um presídio do Rio Grande do Norte, Brasil. A partir da perspectiva da cartografia, fo...
| Autores: | , |
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| Formato: | artículo |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | España |
| Recursos: | Universitat Autònoma de Barcelona |
| Repositorio: | Dipòsit Digital de Documents de la UAB |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ddd.uab.cat:204499 |
| Acesso em linha: | https://ddd.uab.cat/record/204499 https://dx.doi.org/urn:doi:10.5565/rev/athenea.2452 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Sistema prisional Agente penitenciário Subjetividade Cartografia Prison system Correctional officers Subjectivity Cartography |
| Resumo: | O trabalho do agente penitenciário (AP) é uma realidade problemática, porém pouco pesquisada. Nesse sentido, esta pesquisa teve por objetivo cartografar os processos de subjetivação presentes no trabalho dos AP de um presídio do Rio Grande do Norte, Brasil. A partir da perspectiva da cartografia, foi feito o acompanhamento da rotina de trabalho das equipes de AP do referido presídio durante cinco meses, totalizando 160 horas de observação. Além disso, foram realizadas entrevistas com agentes penitenciários e funcionários responsáveis pela gestão do sistema prisional pesquisado. Os resultados apontam para um modelo de gestão militarizado do sistema prisional, disparando um processo de militarização das subjetividades desses trabalhadores, produzindo sujeitos enrijecidos, insensíveis e dispostos a práticas violentas e a violar direitos. |
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