De las pequeñas islas al vasto interior: las parejas de las Azores en el establecimiento de una frontera imperial (Amazonas, siglo XVII)
No contexto da monarquia pluricontinental portuguesa, desde o século XVI que as gentes das ilhas atlânticas (Madeira e Açores) constituíram, por mais de uma ve z, um recurso importante da coroa com o objectivo de povoar e defender zonas de fronteira do império português na América do Sul, face à pre...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Fecha de publicación: | 2015 |
| País: | España |
| Institución: | Universidad de Murcia |
| Repositorio: | DIGITUM. Depósito Digital Institucional de la Universidad de Murcia |
| OAI Identifier: | oai:digitum.um.es:10201/46769 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10201/46769 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Colonización 94 - Historia por países |
| Sumario: | No contexto da monarquia pluricontinental portuguesa, desde o século XVI que as gentes das ilhas atlânticas (Madeira e Açores) constituíram, por mais de uma ve z, um recurso importante da coroa com o objectivo de povoar e defender zonas de fronteira do império português na América do Sul, face à pressão e concorrência de outras formações políticas europeias. Neste artigo, apresentamos as linhas gerais dessa estra tégia da monarquia portuguesa no século XVII, com o início da implementação de uma política de transporte de “casais” dos Açores para estabelecer as bases do povoamento branco na fronteira imperial na região amazónica (Pará e Maranhão), um processo que, tal como as recrutas, apenas foi interrompido pela independência do Brasil, em 1822 |
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