Aos de fora: painéis azulejares do claustro do Convento de São Francisco de Salvador, Bahia
O Convento de São Francisco da cidade de Salvador, na Bahia, abriga o maior conjunto de azulejos portugueses setecentistas do Brasil Colonial. Com painéis de diferentes faturas, se configura em singular conjunto azulejar do Império Português. Sua complexidade permite análises que versam sobre o uso...
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| Tipo de recurso: | capítulo de libro |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | España |
| Institución: | Universidad Pablo de Olavide (UPO) |
| Repositorio: | RIO. Repositorio Institucional Olavide |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:rio.upo.es:10433/21992 |
| Acceso en línea: | https://hdl.handle.net/10433/21992 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Azulejaria portuguesa na Colônia Convento de São Francisco Arte colonial Azulejos portugueses |
| Sumario: | O Convento de São Francisco da cidade de Salvador, na Bahia, abriga o maior conjunto de azulejos portugueses setecentistas do Brasil Colonial. Com painéis de diferentes faturas, se configura em singular conjunto azulejar do Império Português. Sua complexidade permite análises que versam sobre o uso de modelos gravados, os sentidos de autoria, as análises iconográficas, as tipologias ornamentais, entre tantas possibilidades de estudos que os tomam como objetos centrais ou mesmo como registros visuais para pesquisas nem sempre inseridas no campo da História da Arte. Este artigo tem como mote os painéis azulejares que recobrem as paredes do segundo pavimento do claustro conventual que constituem um conjunto menos estudado pela historiografia, recorrentemente dedicada aos temas moralizantes que marcam o pavimento térreo. Os painéis parietais podem ser agrupados em cinco subconjuntos temáticos: caça, guerra, cena galante, cena marítima e figura de convite. Ainda compõem este pavimento estreitos painéis – dedicados aos cinco sentidos, doze meses do ano e quatro partes do mundo – que são localizados em colunas de dimensões variadas. Para além da identificação das temáticas, cabe compreender a conexão das iconografias azulejares com o gosto da nobreza reinol de incorporar tais temas às casas senhoriais. Considerando o Convento de São Francisco e, portanto, a cidade colonial como centro de análise, cabe levantar questões que compreendem os referidos painéis a partir de sentidos locais. O artigo valoriza a disposição de cada painel e dialoga com documentação normativa do convento a fim de compreender a quem teriam sido destinados. |
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