A perspectiva "pedagógica" de Dante Aliguieri no acesso à verdadeira nobreza e à beatitude terrestre
É no Convivio que Dante traça sua ética, delineando o ideal de uma existência perfeita e nobre. Tal perspectiva é aristocrática, pois a cultura do espírito se reserva a uma elite: determinadas gentes da nobreza. Aqui o elemento central é o aristotelismo. São governantes-filósofos que, recebendo exat...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Fecha de publicación: | 2006 |
| País: | España |
| Institución: | Universitat Autònoma de Barcelona |
| Repositorio: | Dipòsit Digital de Documents de la UAB |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ddd.uab.cat:112084 |
| Acceso en línea: | https://ddd.uab.cat/record/112084 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Nobreza verdadeira Governante-filósofo Imperador True nobility Governor-philosophers Emperor Noblesa verdadera Governador-filòsof Emperador |
| Sumario: | É no Convivio que Dante traça sua ética, delineando o ideal de uma existência perfeita e nobre. Tal perspectiva é aristocrática, pois a cultura do espírito se reserva a uma elite: determinadas gentes da nobreza. Aqui o elemento central é o aristotelismo. São governantes-filósofos que, recebendo exatamente como uma recompensa pelo seu esforço filosófico o dom da nobreza verdadeira, se encontram incumbidos de guiar, em seus feudos, reinos, cidades, as multidões humanas à felicidade e perfeição terrestres. No livro terceiro da De Monarchia, Dante, fechando esta perspectiva "pedagógica", caracteriza definitivamente o imperador como o Grande Filósofo da Cristandade e, assim, o Mestre, quer dizer, o guia em última instância do gênero humano ao esplendor místico da nobreza verdadeira e da beatitude filosófica ou terrestre. |
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