Entalhadores sacros paulistas da Colônia: suas características e influências mineiras, fluminenses e portuguesas

O texto apresenta um dos desdobramentos da tese de doutorado ¿Igrejas Paulistas da Colônia e do Império: Arquitetura e Ornamentação¿ [nota 1], que analisou 120 igrejas de ornamentação maneirista, barroca, rococó e neoclássica em 57 municípios do estado de São Paulo. Procura formar um panorama das ar...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Rosada, Mateus
Tipo de recurso: capítulo de libro
Fecha de publicación:2020
País:España
Institución:Universidad Pablo de Olavide (UPO)
Repositorio:RIO. Repositorio Institucional Olavide
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:rio.upo.es:10433/8774
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10433/8774
Access Level:acceso abierto
Descripción
Sumario:O texto apresenta um dos desdobramentos da tese de doutorado ¿Igrejas Paulistas da Colônia e do Império: Arquitetura e Ornamentação¿ [nota 1], que analisou 120 igrejas de ornamentação maneirista, barroca, rococó e neoclássica em 57 municípios do estado de São Paulo. Procura formar um panorama das artes da talha de São Paulo até o final de período colonial (1822). Para isso, trata sobre os principais entalhadores que trabalhavam na região e busca evidenciar inter-relações entre os artistas que fizeram os altares dos templos remanescentes no Estado. Percebe-se que o número de entalhadores e/ou grupos de mestres de torêutica que circularam em São Paulo no período não foi grande, mas é possível encontrar várias semelhanças de traço em vários retábulos de São Paulo, em diferentes municípios, evidenciando que houve uma grande circulação de ideias e profissionais. O texto também analisa influências recebidas pelos artistas que trabalharam em Portugal, no Rio de Janeiro e em Minas Gerais. São apresentadas algumas características que diferenciam a talha paulista da de estados vizinhos, demonstrando alguns elementos que lhe conferem singularidade.