A flexibilidade da escuta musical

Nesse ensaio, analisaremos certos aspectos da crítica artística e da experiência estética que se destacam nas interpretações de Gerd Bornheim. Para ele, a disposição crítica deve acompanhar o processo criativo e a práxis expressiva. Dessa forma, tomaremos como ponto de inflexão a linguagem musical,...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Paz, Gaspar
Formato: artículo
Fecha de publicación:2015
País:España
Recursos:Universitat Autònoma de Barcelona
Repositorio:Dipòsit Digital de Documents de la UAB
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ddd.uab.cat:136933
Acesso em linha:https://ddd.uab.cat/record/136933
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Crítica de arte
Experiência estética
Música
Escuta relativa
Escuta subjetiva
Linguagens artísticas
Artistic criticism
Aesthetic experience
Artistic languages
Music
Flexible listening
Descrição
Resumo:Nesse ensaio, analisaremos certos aspectos da crítica artística e da experiência estética que se destacam nas interpretações de Gerd Bornheim. Para ele, a disposição crítica deve acompanhar o processo criativo e a práxis expressiva. Dessa forma, tomaremos como ponto de inflexão a linguagem musical, destacando o contraste entre duas formas de percepção: a escuta intelectualista e a escuta flexível da música. Tais instâncias simbolizam a construção de um denodo interpretativo-prático no qual se acentua o papel da sonoridade. Há ao menos duas hipóteses plausíveis na abordagem bornheimiana. A primeira, fenomenológica, trata a música como linguagem em direção a uma dialética das relações sociais e leva em conta as alternâncias históricas da subjetividade. A segunda se dirige a uma análise mais ampla das expressões artísticas, na qual se destaca o diálogo entre música, teatro, poesia, cinema e artes plásticas. Trata-se, portanto, de valorizar a pertinência crítica da obra de Bornheim e o lugar especial que ele conferiu à relação entre as artes, a filosofia e a política.