Os sertões do norte da américa portugesa nos escritos dos agentes da igreja (1690 –1780)
Analisa os escritos de agentes eclesiásticos para os Sertões do Norte entre fins do século XVII e as últimas décadas do século XVIII. Entendemos que os agentes eclesiásticos contribuíram na escrita de projetos coloniais tanto quanto naturalistas e funcionários da administração colonial. Para o caso...
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | España |
| Recursos: | Universidad de Sevilla (US) |
| Repositorio: | idUS. Depósito de Investigación de la Universidad de Sevilla |
| OAI Identifier: | oai:idus.us.es:11441/150791 |
| Acesso em linha: | https://hdl.handle.net/11441/150791 https://doi.org/10.12795/Temas-Americanistas.2021.i47.13 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Agentes eclesiásticos Formação Territorial Piauí Projetos Coloniais Sertões do Norte |
| Resumo: | Analisa os escritos de agentes eclesiásticos para os Sertões do Norte entre fins do século XVII e as últimas décadas do século XVIII. Entendemos que os agentes eclesiásticos contribuíram na escrita de projetos coloniais tanto quanto naturalistas e funcionários da administração colonial. Para o caso específico das duas capitanias (Ceará e Piauí), formadoras da região colonial dos Sertões do Norte, serão investigadas as percepções desses agentes da Igreja acerca das alternativas de colonizar esses sertões a partir da exploração das potencialidades do território. Analisamos a produção de relatos e memórias, que tiveram significativo aumento ao longo dos setecentos, e se caracterizaram pelo conteúdo que pautava as possibilidades de intervenção da estrutura político-administrativa na racionalização e melhor exploração dos territórios coloniais. É importante ressaltar que alguns desses escritos foram produzidos sob encomenda de superiores e/ou órgãos no reino ou por interesse no reconhecimento dos serviços prestados. Esses “papéis” são hoje encontrados na documentação avulsa depositada no Arquivo Histórico Ultramarino, se caracterizando como uma correspondência formal, e em documentos depositados em acervos da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro ou no Arquivo Nacional da Torre do Tombo. |
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