Mentoria universitária na Espanha: um relato de experiencia com alunos de altas habilidades ou superdotação
RESUMO: Trata-se de um relato de experiência vinculada à experiência profissional e acadêmica no Amentúrate Programa de Mentorias Universitárias. Programa do departamento de Educação da Universidade da Cantábria - UC ? Santander ? Espanha, que oferece a estudantes dos anos finais do ensino fundament...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | España |
| Institución: | Universidad de Cantabria (UC) |
| Repositorio: | UCrea Repositorio Abierto de la Universidad de Cantabria |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unican.es:10902/28294 |
| Acceso en línea: | https://hdl.handle.net/10902/28294 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Altas habilidades e/ou superdotação Mentoria Mulheres Universidade High abilities Giftedness Mentoring Women University |
| Sumario: | RESUMO: Trata-se de um relato de experiência vinculada à experiência profissional e acadêmica no Amentúrate Programa de Mentorias Universitárias. Programa do departamento de Educação da Universidade da Cantábria - UC ? Santander ? Espanha, que oferece a estudantes dos anos finais do ensino fundamental ou ensino médio com altas habilidades ou superdotação ? AH/SD, uma experiência de mentoria universitária. A mentoria é entendida como uma relação didática, relativamente estável ao longo do tempo, entre um mentor experiente (professor) e um mentee (pupilo,estudante AH/SD) menos experiente. O programa está no seu quarto ano de funcionamento e já atendeu mais de 90 estudantes da região. Destacamos a importância do Relato de Experiência ? RE, como mais uma possibilidade de criação de narrativa científica, especialmente no campo das pesquisas capazes de englobar processos e produções subjetivas, como é o caso da psicologia. Nesse sentido, e considerando que essa experiência compõe uma trajetória acadêmica de uma doutoranda, foi possível identificar a repetição de um discurso científico sobre a educação de superdotados, no que se refere a quatro questões: a) dificuldade em nomear e conceituar o fenômeno; b) maior participação masculina no programa; c) pouca ou nenhuma participação de estrangeiros como latinos ou africanos no programa e (d) estratégias educativas mais desafiadoras, complexas e que promovam a autonomia dos estudantes. Essas questões nos colocam frente a barreiras sociais e ideológicas, como o sexismo, o racismo e o classicismo que interferem no bem-estar e na qualidade de vida da pessoa superdotada. A invisibilidade de mulheres com AH/SD em programas de desenvolvimento de talentos nos provoca a questionar: por onde andam essas mulheres? |
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