Mobilidade interregional da força de trabalho no Estado espanhol atendendo ao nível educacional

O estudo das migrações interiores no Estado espanhol focou o interesse de muitos autores durante as últimas décadas do século passado e os primeiros anos do presente. Desde que foi estabelecida a atual estrutura administrativa territorial, uma viçosa literatura sobre migrações interiores tem sido el...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: César Vila, Manuel
Tipo de recurso: tesis doctoral
Fecha de publicación:2016
País:España
Institución:Universidad de Santiago de Compostela (USC)
Repositorio:Minerva. Repositorio Institucional de la Universidad de Santiago de Compostela
Idioma:gallego
OAI Identifier:oai:minerva.usc.gal:10347/15075
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10347/15075
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Materias::Investigación::54 Geografía::5403 Geografía humana::540302 Demogeografía
Materias::Investigación::53 Ciencias económicas::5304 Actividad económica
Descripción
Sumario:O estudo das migrações interiores no Estado espanhol focou o interesse de muitos autores durante as últimas décadas do século passado e os primeiros anos do presente. Desde que foi estabelecida a atual estrutura administrativa territorial, uma viçosa literatura sobre migrações interiores tem sido elaborada, utilizando diferentes metodologias e fontes estatísticas. Contudo, com a excepção de algum trabalho isolado, esta mobilidade não é tratada atendendo ao nível de estudos dos migrantes. Esta lacuna, com certeza é devida à falha de dados oficiais que classifiquem os migrantes em função da sua formação. Esta tese tenta contornar a dificuldade estatística anterior e analisa a mobilidade interregional da população em idade de trabalhar classificada pelo seu nível de estudos, para desta maneira poder demonstrar ou refutar a hipótese de que no Estado espanhol existem transvasamentos de população em idade de trabalhar com estudos superiores entre as diferentes comunidades autónomas, que acarretariam transferências de recursos, ao estarem territorializados as despesas educacionais públicas, que costumam alcançar 90 por cento das despesas totais em educação superior.