Royal Buildings in Angola, ou uma inesperada incursão de Robert C. Smith na arte da África subsaariana
Fazendo parte do espólio documental de Robert C. Smith, em depósito na Biblioteca de Arte e Arquivos da Fundação Calouste Gulbenkian, encontra- -se um texto inédito deste historiador de arte, intitulado “Royal Buildings in Angola”, datado de c. 1948. Consta de 18 páginas datilografadas e versa essen...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | capítulo de libro |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | España |
| Institución: | Universidad Pablo de Olavide (UPO) |
| Repositorio: | RIO. Repositorio Institucional Olavide |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:rio.upo.es:10433/22072 |
| Acceso en línea: | https://hdl.handle.net/10433/22072 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Angola Luanda Palácio Governadores Arquivos Palace Governors Archives |
| Sumario: | Fazendo parte do espólio documental de Robert C. Smith, em depósito na Biblioteca de Arte e Arquivos da Fundação Calouste Gulbenkian, encontra- -se um texto inédito deste historiador de arte, intitulado “Royal Buildings in Angola”, datado de c. 1948. Consta de 18 páginas datilografadas e versa essencialmente sobre o Palácio dos Governadores de Angola, em Luanda, apoiado sobretudo em duas fontes iconográficas inéditas sobre o edifício: uma planta pertencente à Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro (BNRJ) e uma vista da praça dos governadores à guarda do Arquivo Histórico Ultramarino (AHU), em Lisboa. Inserir este texto na produção mais vasta de Robert Smith sobre cartografia e iconografia arquitetónica dos séculos XVII e XVIII, especialmente naquela referente ao Brasil, é um dos objetivos deste trabalho, outro, o principal, será enquadrar, analisar e publicar em anexo, o texto em causa. Dar-se-á, assim, a conhecer, mais de 60 anos depois da sua redação, uma investigação minuciosa e bem alicerçada nas suas fontes, fazendo cumprir o seu desígnio inicial, a divulgação de fontes desconhecidas e relevantes para a história de um monumento que, não obstante as contínuas reconstruções, desde o século XVI se encontra no mesmo local para onde foi projetado. |
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