Romance: o substrato humano transformado em narrativa

Falar de romance soa, para alguns, como “falar da vida” pincelando poesia, de estética, de imaginação. Transformando em texto um mundo que passa a ser lido e interpretado com tendências emotivas, lirismo e acentuada sensibilidade. Na verdade, é preciso, além da consciência de um “real” como referênc...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Berbigeier Feil, Roselene
Tipo de recurso: artículo
Fecha de publicación:2010
País:España
Institución:Universidad Complutense de Madrid (UCM)
Repositorio:Docta Complutense
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:docta.ucm.es:20.500.14352/132578
Acceso en línea:https://hdl.handle.net/20.500.14352/132578
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:821.134.2-146.2
Romance
Narrativa
Gênero
Representação
Literatura
Lingüística
5701 Lingüística Aplicada
5701.07 Lengua y Literatura
Descripción
Sumario:Falar de romance soa, para alguns, como “falar da vida” pincelando poesia, de estética, de imaginação. Transformando em texto um mundo que passa a ser lido e interpretado com tendências emotivas, lirismo e acentuada sensibilidade. Na verdade, é preciso, além da consciência de um “real” como referência para o romance, ter a capacidade de discernir, naquilo que se percebe como ficção, o núcleo “puro” de um real que só se consegue compreender através dos ficcionalizado. O romance é o gênero que melhor consegue transportar a realidade para dentro de uma materialidade de papel. Torna o humano um espelho de si mesmo, dá-lhe argumentos para se ver e se analisar, compreender-se e, por extensão, compreender toda a realidade à sua volta através das mimetizações que traz no bojo do trabalho de um escritor.