Impacto dos traços de perfeccionismo na percepção de coesão de grupo de jogadores de futsal

O objetivo desse estudo transversal foi investigar a relação entre os traços de perfeccionismo e a percepção de coesão de grupo em atletas de futsal. Participaram 301 atletas da Liga Nacional de Futsal 2013 com média de idade de 25,48±4,90 anos. Os instrumentos foram: Escala Multidimensional de Perf...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Nascimento Junior, José Roberto Andrade, Freire, Gabriel Lucas Morais, Moreira, Caio Rosa, Codonhato, Renan, Oliveira, Daniel Vicentini de, Fortes, Leonardo de Sousa, Fiorese, Lenamar
Tipo de recurso: artículo
Fecha de publicación:2022
País:España
Institución:Universidad de Murcia
Repositorio:DIGITUM. Depósito Digital Institucional de la Universidad de Murcia
OAI Identifier:oai:digitum.um.es:10201/123964
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10201/123964
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Perfeccionismo
Coesão de Grupo
Esporte
Psicologia do Esporte.
Coesão de grupo
Psicologia do esporte
Perfectionism
Group Cohesion
Sport
Psychology of Sport.
Group cohesion
Psychology of sport
Cohesión grupal
Deporte
Psicología del deporte
CDU::7 Bellas artes::79 - Diversiones. Espectáculos. Cine. Teatro. Danza. Juegos.Deportes
CDU::1 - Filosofía y psicología::159.9 - Psicología
Descripción
Sumario:O objetivo desse estudo transversal foi investigar a relação entre os traços de perfeccionismo e a percepção de coesão de grupo em atletas de futsal. Participaram 301 atletas da Liga Nacional de Futsal 2013 com média de idade de 25,48±4,90 anos. Os instrumentos foram: Escala Multidimensional de Perfeccionismo para o Esporte-2 e o Questionário de Ambiente de Grupo. Para análise foi conduzida por meio dos testes de Kolmogorov-Smirnov, MANOVA, Correlação de Pearson e Regressão Múltipla (p<0,05). Os resultados evidenciaram que os traços de perfeccionismo adaptativo se associaram positivamente com a coesão social dos atletas das equipes não classificadas para a fase final da competição. Os traços de perfeccionismo mal adaptativo se associaram negativamente com a coesão social e para tarefa, com exceção da “pressão parental percebida” que apresentou uma predição positiva em todos os grupos de atletas na coesão social e para tarefa. Os atletas não classificados apresentaram maior escore de coesão para tarefa, e os reservas apresentaram maior coesão social. Concluiu-se que existe uma relação positiva entre o perfeccionismo adaptativo e a percepção de coesão social em atletas não classificados, além de uma relação negativa entre as dimensões de perfeccionismo mal adaptativo e a coesão de grupo