Mediadores em museus de ciência

Os museus de ciências, em sua história, foram se preocupando cada vez mais com os aspectos educativos, e o investimento na figura do mediador vem, nesse sentido, visando favorecer o diálogo com os visitantes, enquanto os aproxima da ciência, de sua história, de seus conteúdos e dos aparatos ali expo...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Carvalho, Tassiana F. G., Pacca, Jesuina Lopes de Almeida
Formato: artículo
Fecha de publicación:2013
País:España
Recursos:Universitat Autònoma de Barcelona
Repositorio:Dipòsit Digital de Documents de la UAB
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ddd.uab.cat:175069
Acesso em linha:https://ddd.uab.cat/record/175069
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Museus de ciência
Mediadores
Comunicação educativa
Paulo freire
Comunicação ou extensão
Descrição
Resumo:Os museus de ciências, em sua história, foram se preocupando cada vez mais com os aspectos educativos, e o investimento na figura do mediador vem, nesse sentido, visando favorecer o diálogo com os visitantes, enquanto os aproxima da ciência, de sua história, de seus conteúdos e dos aparatos ali expostos. O papel do mediador é aproximar as concepções dos curadores da exposição e da instituição museal das concepções dos visitantes - interpretações e conhecimentos trazidos da vivência de cada um. Neste trabalho, partindo da análise de alguns episódios de interação entre mediadores e visitantes, discutimos a qualidade da comunicação que ocorre nesse contexto, na perspectiva de Paulo Freire, que contrapõe esse conceito ao de extensão. Será que os mediadores conseguem ser comunicadores científicos? Ou o que fazem é apenas uma extensão do pensamento científico? Os resultados apontam para esta segunda ideia, levando-nos a questionar o quanto essa prática pode estar perdendo por não se concretizar/realizar como educativa.