Assédio moral no trabalho

O assédio moral no trabalho é uma situação já recorrente há muito tempo. Porém, foi somente nas últimas décadas que foi identificado como um fenômeno destruidor do ambiente laboral, não apenas provocando a diminuição da produtividade, mas também favorecendo o absenteísmo devido aos efeitos/consequên...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Soares Nunes, Thiago|||0000-0002-1323-8160, Rosa Tolfo, Suzana da|||0000-0002-6321-6496, Cantera Espinosa, Leonor María|||0000-0002-4541-5993
Formato: artículo
Fecha de publicación:2018
País:España
Recursos:Universitat Autònoma de Barcelona
Repositorio:Dipòsit Digital de Documents de la UAB
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ddd.uab.cat:195149
Acesso em linha:https://ddd.uab.cat/record/195149
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Assédio moral
Consequência
Práticas hostis
Workplace bullying
Consequences
Hostile practice
Descrição
Resumo:O assédio moral no trabalho é uma situação já recorrente há muito tempo. Porém, foi somente nas últimas décadas que foi identificado como um fenômeno destruidor do ambiente laboral, não apenas provocando a diminuição da produtividade, mas também favorecendo o absenteísmo devido aos efeitos/consequências que provoca. Por sua vez, uma das grandes dificuldades de combater e coibir a violência é a informação sobre ele, seu conceito e características. Nesse sentido, o presente artigo teve por objetivo descrever a definição de assédio moral no trabalho a partir do relato dos participantes sobre o tema em um termo/palavra. Para tanto foram utilizadas três pesquisas que ocorreram em 2008, 2010, e 2014-2015, tendo como público-alvo trabalhadores de diversos setores, como por exemplo, bancário, docentes e técnico-administrativos, saúde, justiça, e demais. Como conclusões, os participantes definiram o assédio moral prioritariamente por aspectos da prática hostil, como humilhação, desrespeito, abuso; e, em sequência, como uma consequência/efeito, como vergonha, medo, raiva. Verificou-se ainda que existe similaridade dos termos utilizados pelos participantes das pesquisas de 2008 até 2015