O ativismo de hashtags contra e a favor do impeachment de Dilma Rousseff
A destituição (ou impeachment) da Presidente do Brasil, Dilma Rousseff, foi resultado de um longo e polêmico processo. Por quase dois anos, partidários da Presidente e seus adversários saíram às ruas e foram às mídias sociais para tentar influenciar o processo. Nestas últimas, o ativismo digital de...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | España |
| Institución: | Universitat Oberta de Catalunya (UOC) |
| Repositorio: | O2, repositorio institucional de la UOC |
| OAI Identifier: | oai:openaccess.uoc.edu:10609/108986 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10609/108986 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Brazil digital activism political history political mobilization social networks activisme digital història política mobilització política xarxes socials Brasil activismo digital historia política movilización política redes sociales Social participation Participació social Participación social |
| Sumario: | A destituição (ou impeachment) da Presidente do Brasil, Dilma Rousseff, foi resultado de um longo e polêmico processo. Por quase dois anos, partidários da Presidente e seus adversários saíram às ruas e foram às mídias sociais para tentar influenciar o processo. Nestas últimas, o ativismo digital de múltiplos atores gerou redes políticas de hashtags contra e a favor da Presidente. Este artigo analisa essas redes a partir de uma base de dados de retuítes que mencionavam hashtags pró e anti-impeachment nos dias 13 e 18 de março de 2016. Os resultados evidenciam o caráter hierárquico das redes, centralizadas em um restrito número de perfis. Estas redes, porém, fazem parte de um complexo conjunto de vínculos virtuais e presenciais, de indivíduos a grupos transnacionais que disputaram os significados do impeachment de Rousseff a partir de diferentes estratégias digitais. |
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