MAPAS SOCIAIS: GÊNESE E APLICAÇÃO NA AMAZÔNIA BRASILEIRA

Os mapas são utilizados há séculos por diferentes sociedades. Sempre estiveram associados às elites e aos agentes detentores de poder. Sua produção é intrínseca aos processos de conquista e legitimação da dominação espacial. Recentemente, novas formas de fazer cartografia têm aparecido. Essa mudança...

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Detalles Bibliográficos
Autores: das Neves Souza Lima, Lucas Pereira, da Costa Reis Júnior, Dante Flávio
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2012
País:Costa Rica
Institución:Universidad Nacional de Costa Rica
Repositorio:Portal de Revistas UNA
Idioma:español
OAI Identifier:oai:www.revistas.una.ac.cr:article/2017
Acceso en línea:https://www.revistas.una.ac.cr/index.php/geografica/article/view/2017
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:mapas sociais
cartografia histórica
pesquisa participativa
sistema de informação geográfico participativo
Descripción
Sumario:Os mapas são utilizados há séculos por diferentes sociedades. Sempre estiveram associados às elites e aos agentes detentores de poder. Sua produção é intrínseca aos processos de conquista e legitimação da dominação espacial. Recentemente, novas formas de fazer cartografia têm aparecido. Essa mudança configura-se na inclusão de atores que antes eram marginalizados durante a produção cartográfica de seu próprio território. Neste trabalho discutimos como ocorreu a transformação dos modos de representar a realidade sócio-espacial. O objetivo é analisar a maneira pela qual são realizados os mapas que defendem uma construção participativa através da sua aplicação em uma unidade de conservação do Amazonas. Esse trabalho não possui um posicionamento único sobre os mapas ditos participativos. Ao contrário, é através da relativização das inúmeras metodologias e propostas, que buscamos construir uma conceitualização do que seria o mapeamento ideal.