The “ex bracero” (migrant workers) case in Mexico: a social movement justified on dispossession and strengthened by memory

O movimento social de ex braceros surgiu no México em 1998 e é integrado por idosos que trabalharam como migrantes temporais nos Estados Unidos por meio do Programa Bracero (1942-1964). Movilizam-se com o objetivo de conseguir a restituição de dez por cento salarial (Fundo de Poupança) que foi desco...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Astorga Morales, Abel
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2015
País:Colombia
Institución:Universidad Industrial de Santander
Repositorio:Repositorio UIS
Idioma:español
OAI Identifier:oai:noesis.uis.edu.co:20.500.14071/4845
Acceso en línea:https://revistas.uis.edu.co/index.php/anuariohistoria/article/view/5048
https://noesis.uis.edu.co/handle/20.500.14071/4845
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:México
Bracero Program
social movement
economy
corruption
Programa Bracero
movimiento social
ahorro
corrupción
movimento social
economia
corrupção
Descripción
Sumario:O movimento social de ex braceros surgiu no México em 1998 e é integrado por idosos que trabalharam como migrantes temporais nos Estados Unidos por meio do Programa Bracero (1942-1964). Movilizam-se com o objetivo de conseguir a restituição de dez por cento salarial (Fundo de Poupança) que foi descontado e nunca receberam sua totalidade. Devido à dificuldade que existe para definir ou classificar este movimento nas tipologias habituais, o objeto central deste artigo é sustentar e demonstrar por quê o conceito de “despojo” é adequado para defini-lo. Esta definição é retomada por dois motivos. Primeiro, considerando que a partir de diversas fontes documentais aparece que para consumar o despojo coadjuvou a ingenuidade dos migrantes, assim como a omissão, descumprimento de contrato e irregularidades do governo federal ao não retornar a poupança em sua totalidade. Por isto, foi um despojo consumado por meio da furtividade e o uso de enganos. No segundo lugar, porque depois de começado o protesto, o sentimento de arbitrariedade no coletivo foi consolidado a partir da memória e da construção de um discurso sócio-político e ideológico que fazia referência ao despojo.