Algumas casas raras. Sobre outros patrimônios possíveis na arquitetura doméstica das terras altas da Argentina, Coranzulí, província de Jujuy

O patrimônio implica não só a avaliação, proteção e conservação de certos objetos construídos, mas também compreender a prática arquitetônica imbricada em seus interesses e sentidos, que são sempre dinâmicos. Neste artigo vamos nos referir à construção de um conjunto de arquiteturas domésticas das t...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Barada, Julieta; fa de Trabajos Prácticos de la asignatura Historia de la Arquitectura III en la FADU, UBA. Es investigadora del Instituto de Arte Americano Investigaciones Estéticas “Mario A. Buschiazzo” de la FADU, UBA y del Instituto de Geografía “Romualdo Ardissone” en la FFyL, UBA.
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Colombia
Recursos:Pontificia Universidad Javeriana
Repositorio:Repositorio Universidad Javeriana
Idioma:español
OAI Identifier:oai:repository.javeriana.edu.co:10554/23116
Acesso em linha:http://revistas.javeriana.edu.co/index.php/revApuntesArq/article/view/18711
http://hdl.handle.net/10554/23116
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:arquitetura doméstica; terras altas da Argentina; patrimônio; transformações construtivas; Estado nacional
arquitectura doméstica; Puna argentina; patrimonio; transformación constructiva; Estado nacional
domestic architecture; argentinian highlands; heritage; constructive transformations; nation state
Descrição
Resumo:O patrimônio implica não só a avaliação, proteção e conservação de certos objetos construídos, mas também compreender a prática arquitetônica imbricada em seus interesses e sentidos, que são sempre dinâmicos. Neste artigo vamos nos referir à construção de um conjunto de arquiteturas domésticas das terras altas da Argentina, que fazem parte de processos de transformação complexos, principalmente encarnados pela inserção da área no Estado nacional, aqueles que cruzaram as formas de vida da população locais historicamente dedicada ao pastoreio. Problematizar como essas arquiteturas foram produzidas permite, por um lado, observar como a população local se reapropiou através de suas próprias dinâmicas (entre as quais a mobilidade é fundamental) de muitas das lógicas construtivas e urbanas impostas pelo Estado. Por outro lado, pensar sobre como essas arquiteturas, que são isentas de muitas das técnicas e características tipológicas que foram historicamente valiosas para o área, podem também ser entendidas como patrimônio