Mulheres ciganas: medo, relações intergrupais e confrontos identitários

Através da Teoria da Identidade Social buscou-se conhecer os estereótipos presentes no imaginário rural associados ao grupo cigano, bem como os sentimentos associados a esta etnia. Foram entrevistadas 10 mulheres rurais, não-ciganas, moradoras de uma comunidade rural brasileira. Realizou-se a organi...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Bonomo, Mariana; Universidade Federal do Espírito Santo, de Souza, Lídio; Universidade Federal do Espírito Santo, Araujo Trindade, Zeidi; Universidade Federal do Espírito Santo, Davel Canal, Fabiana; Universidade Federal do Espírito Santo, Alves Brasil, Julia; Universidade Federal do Espírito Santo, Mota do Livramento, André; Universidade Federal do Espírito Santo, da Silva Milani Patrocínio, Ana Paula; Universidade Federal do Espírito Santo
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2010
País:Colombia
Institución:Pontificia Universidad Javeriana
Repositorio:Repositorio Universidad Javeriana
Idioma:español
OAI Identifier:oai:repository.javeriana.edu.co:10554/33362
Acceso en línea:http://revistas.javeriana.edu.co/index.php/revPsycho/article/view/497
http://hdl.handle.net/10554/33362
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Exclusion; Social identity; Fear; Gypsy woman; Rural woman
Exclusão; Identidade social; Medo; Mulher cigana; Mulher rural
Descripción
Sumario:Através da Teoria da Identidade Social buscou-se conhecer os estereótipos presentes no imaginário rural associados ao grupo cigano, bem como os sentimentos associados a esta etnia. Foram entrevistadas 10 mulheres rurais, não-ciganas, moradoras de uma comunidade rural brasileira. Realizou-se a organização dos dados através do software Alceste e da Análise de Conteúdo. A análise das informações nos permitiu identificar o sentimento de medo como importante orientador das práticas relacionadas aos ciganos, confirmando características presentes no imaginário social amplamente difundido acerca desta etnia. Estão presentes os clássicos estereótipos de ladrões, malfeitores e amaldiçoados. Discute-se a dinâmica identitária provocada pelo conflito entre a comunidade rural e os ciganos, enfatizando os processos que orientam o campo de identificação e diferenciação endo/exogrupal