Revolta ou ressedentarização? reflexões arqueológicas sobre a história do Israel pré-estatal

Em seu artigo Friedrich E. Dobberahn, professor do AT na EST, e Armin Hollas, estudante de teologia, retomam um assunto bastante controvertido entre os exegetas do AT. Os <itálico> Estudos Teológicos<>, durante os últimos anos, já se têm ocupado com esta questão várias vezes (22:243ss./1...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Dobberahn, Fríedrích E., Hollas, Armin Andreas
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2013
País:Brasil
Institución:Escola Superior de Teologia (EST)
Repositorio:Estudos Teológicos (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.est.edu.br/periodicos:article/1004
Acceso en línea:http://periodicos.est.edu.br/index.php/estudos_teologicos/article/view/1004
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Theology
Pre-state Israel; Archeology in Palestine / Israel; Origin of Israel
Teologia
Israel pré-estatal; Arqueologia em Palestina / Israel; Origem de Israel
Descripción
Sumario:Em seu artigo Friedrich E. Dobberahn, professor do AT na EST, e Armin Hollas, estudante de teologia, retomam um assunto bastante controvertido entre os exegetas do AT. Os <itálico> Estudos Teológicos<>, durante os últimos anos, já se têm ocupado com esta questão várias vezes (22:243ss./1982; 26:169ss./1986; 28:99ss. e 111ss./1988). Trata-se da discussão em tomo do chamado “modelo sociológico”: G. E. Mendenhall e seu sucessor N. K. Gottwald entendem o surgimento do Israel pré-estatal como revolta do campesinato cananeu contra as cidades-estado. O presente artigo pretende agora confrontar este “modelo sociológico” com uma teoria bastante inédita, elaborada pelo arqueólogo israelense Israel Finkelstein. Mediante uma detalhada análise de 115 sítios arqueológicos escavados na serra central da Palestina, Finkelstein coloca em xeque os principais pressupostos do “modelo sociológico”, afirmando que a formação do Israel pré-estatal deveria ser entendida a partir de um processo de “ressedentarização” pacífica de grupos nomadizantes que teriam deixado a Palestina central durante os séculos XVII a XVI a.C. O artigo de F. E. Dobberahn e A. A. Hollas aborda eis vantagens e as deficiências desta nova teoria.