Diagnóstico da dirofilariosis através da detecção de antígenos circulantes em cães no estado do Rio de Janeiro

Para avaliar a atual situação da dirofilariosis em cães de residência foi conduzido um levantamento sanguineo em 426 cães provenientes dos municípios de Itaguaí, Mangaratiba, Rio de Janeiro, Nova Iguaçu, Volta Redonda, Piraí, Barra do Piraí e Paracambi, no estado do Rio de Janeiro, Brasil. Foram rea...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Souza, Sandra Helena Veloso Campos de
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:1992
País:Brasil
Institución:Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRRJ
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:rima.ufrrj.br:20.500.14407/14114
Acceso en línea:https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/14114
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:dirofilariosis
filariose
imunodiagnóstico
Medicina Veterinária
Descripción
Sumario:Para avaliar a atual situação da dirofilariosis em cães de residência foi conduzido um levantamento sanguineo em 426 cães provenientes dos municípios de Itaguaí, Mangaratiba, Rio de Janeiro, Nova Iguaçu, Volta Redonda, Piraí, Barra do Piraí e Paracambi, no estado do Rio de Janeiro, Brasil. Foram realizados exames diretos e do sedimento sanguineo (Knott modificado); imunodiagnóstico em plasma (CITER/AgriTech Systems e DiroChek/Synbiotics Corp.); hemogramas; anamnese e exame clínico geral. Microfilárias de Dirofilaria immits (Leidy, 1856) e Dipetalonema reconditum (Grassi, l890) foram identificadas pelo método de Knott modificado em 51 (11,97%) e 19 (4,46%) cães respectivamente. Resultados positivos nos testes imunológicos foram observados em 108 cães (25,35%) e dirofilariosis oculta foi observada em 57 cães (52,78%). As alterações hematológicas foram discretas, sendo eosinofilia (31,82%) a mais prevalente. Um total de 68 cães (62,96%) infectados por D.immistis foram considerados assintomáticos.