ENTRE DITOS, NÃO DITOS E MALDITOS: O INOMINÁVEL NA POESIA DE HILDA HILST
O objetivo deste estudo é analisar a construção na poesia metafísica da escritora brasileira Hilda Hilst, a partir da física ou da materialidade da linguagem poética. Para isso, analisamos os procedimentos poéticos que promovem a indissolubilidade entre forma e idéia nos poemas. Os resultados analis...
| Autor: | |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2014 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) |
| Repositorio: | Caderno Seminal Digital |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.www.e-publicacoes.uerj.br:article/9845 |
| Acesso em linha: | https://www.e-publicacoes.uerj.br/cadernoseminal/article/view/9845 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Hilda Hilst Poesia Metafísica Física |
| Resumo: | O objetivo deste estudo é analisar a construção na poesia metafísica da escritora brasileira Hilda Hilst, a partir da física ou da materialidade da linguagem poética. Para isso, analisamos os procedimentos poéticos que promovem a indissolubilidade entre forma e idéia nos poemas. Os resultados analisados demonstram que, harmonizando o desejo metafísico com o rigor científico, Hilda torna visível a estrutura diagramática do pensamento, desenhando a metafísica dentro da física poética – primeiro, através de linhas ascendentes em busca do sublime e, segundo, por meio de linhas descendentes rumo ao grotesco. |
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