Análise crítica do uso dos índices do Homeostasis Model Assessment (HOMA) na avaliação da resistência à insulina e capacidade funcional das células-b pancreáticas

A disfunção das células-b e a resistência insulínica são anormalidades metabólicas inter-relacionadas na etiologia do diabetes tipo 2. Em diversos países, tem sido observado o aumento da prevalência de obesidade e diabetes em associação com a presença da resistência insulínica. Nesse contexto, é úti...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Vasques, Ana Carolina J., Rosado, Lina Enriqueta F. P. L., Alfenas, Rita de Cássia G., Geloneze, Bruno
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2007
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Viçosa (UFV)
Repositorio:LOCUS Repositório Institucional da UFV
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:locus.ufv.br:123456789/12728
Acceso en línea:http://dx.doi.org/10.1590/S0004-27302008000100006
http://www.locus.ufv.br/handle/123456789/12728
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Resistência à insulina
Índice HOMA
Glicemia
Insulinemia
Descripción
Sumario:A disfunção das células-b e a resistência insulínica são anormalidades metabólicas inter-relacionadas na etiologia do diabetes tipo 2. Em diversos países, tem sido observado o aumento da prevalência de obesidade e diabetes em associação com a presença da resistência insulínica. Nesse contexto, é útil a mensuração da resistência insulínica e da capacidade funcional das células-b nos indivíduos. Os índices Homeostasis Model Assessment (HOMA) têm sido amplamente utilizados, representando uma das alternativas para avaliação desses parâmetros, principalmente por figurarem um método rápido, de fácil aplicação e de menor custo. Esta revisão discute sobre a origem e a evolução dos índices HOMA, bem como as particularidades do método, abordando aspectos relacionados à sua validação e aos pontos de corte existentes para sua interpretação.