Local supervenience, naïve realism and perceptions: Navigating Naïve Realism to Defuse Sollberger's Causal Argument.
Este artigo teve como objetivo fornecer uma discussão abrangente e uma análise crítica do trabalho de Sollberger, concentrando-se especificamente na premissa da "Superveniência Local" e explorando maneiras plausíveis pelas quais os realistas ingênuos poderiam contestar suas conclusões. Par...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2025 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Piauí (UFPI) |
| Repositorio: | Pensando |
| Idioma: | inglés |
| OAI Identifier: | oai:periodicos.ufpi.br:article/5073 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.ufpi.br/index.php/pensando/article/view/5073 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Naive Realism Disjunctivism Causal Argument Local Supervenience Realismo Ingênuo Disjuntivismo Argumento Causal Superveniência Local Filosofia da Percepção |
| Sumario: | Este artigo teve como objetivo fornecer uma discussão abrangente e uma análise crítica do trabalho de Sollberger, concentrando-se especificamente na premissa da "Superveniência Local" e explorando maneiras plausíveis pelas quais os realistas ingênuos poderiam contestar suas conclusões. Para alcançar esse objetivo, identifico e abordo criticamente três justificativas diferentes que Sollberger apresenta para esse princípio. Em primeiro lugar, critiquei o que chamei de “argumento do cirurgião”, que apresenta razões para acreditar que alucinações são exclusivamente causadas por processos cerebrais. Argumento que esse argumento falha em reconhecer que a “suficiência” atribuída às alucinações diz respeito a alucinações concebidas em uma tipificação “neutra”, não em sua tipificação específica "mental". Além disso, destaco que a possibilidade alucinações e percepções correspondentes mina a suposta suficiência neurológica atribuída pelo argumento. Em segundo lugar, examino a intuição de Sollberger de que causas intrinsecamente idênticas deveriam resultar em efeitos intrinsecamente idênticos. Desafio essa noção enfatizando os papéis de fatores relacionais e ambientais, afirmando que as alucinações podem ser razoavelmente argumentadas como tendo conteúdos externamente individuados. Por fim, analiso criticamente o raciocínio de Sollberger para a tese de superveniência local, que deriva da ideia de que, em geral, as experiências mentais são exclusivamente causadas neurologicamente. Essa ideia é supostamente baseada na pressuposição metodológica da Ciência Perceptual e em descobertas empíricas sobre a relação entre mente e cérebro. Para contestar isso, forneço contraexemplos das Ciências Perceptuais que se concentram nas amplas interações do organismo com seu ambiente. Além disso, demonstro que observações empíricas possíveis sobre a relação entre cérebro e mente não são capazes de sustentar a ideia de exclusividade causal. Elas são igualmente compatíveis com hipóteses alternativas que permitem que Disjuntivistas expliquem causalmente as experiências. |
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