Análise da relação entre as espessuras médias de tecidos moles da face de crianças e adultos para reconstrução facial forense

A técnica de reconstrução facial forense é uma importante ferramenta que auxilia no processo de identificação humana. As técnicas são aplicadas com a finalidade de reconhecimento e posterior identificação, diante de condições em que não existe uma identidade atribuível ao esqueleto submetido ao exam...

Full description

Bibliographic Details
Author: Baccarin, Leandro Stocco
Format: doctoral thesis
Status:Published version
Publication Date:2019
Country:Brasil
Institution:Universidade de São Paulo (USP)
Repository:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Language:Portuguese
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-09072020-112538
Online Access:https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23153/tde-09072020-112538/
Access Level:Open access
Keyword:Children
Computed Tomography
Crianças
Facial reconstruction
Forensic anthropology
Forensic science
Human identification
Identificação Humana, Antropologia Forense
Reconstrução Facial Forense
Tomografia Computadorizada
Description
Summary:A técnica de reconstrução facial forense é uma importante ferramenta que auxilia no processo de identificação humana. As técnicas são aplicadas com a finalidade de reconhecimento e posterior identificação, diante de condições em que não existe uma identidade atribuível ao esqueleto submetido ao exame forense. Foram obtidos os dados médios das espessuras de tecidos moles das faces de 47 crianças da faixa etária compreendida entre 6 e 10 anos de idade e comparados de modo linear com os dados obtidos por Beaini (2013) para adultos, utilizando a mesma metodologia para obtenção dos dados, e verificando se há diferenças significativas em relação às espessuras de tecidos moles entre crianças e adultos. O método envolveu a análise padronizada de bancos de dados de exames complementares de Tomografias Computadorizadas Cone-Beam de um centro radiológico brasileiro. Como resultados, a metodologia desenvolvida por Beaini (2013) para adultos mostrou-se adequada para ser empregada em exames de Tomografias Cone-Beam de crianças. Foi possível ainda aplicar uma modificação do protocolo de Beaini (2013), viabilizando a aplicação do método em crianças com a mensuração dos pontos Supra e Infra M2 Decíduos, proposta e desenvolvido nesta pesquisa. Recomenda-se utilizar como referência de espessuras de tecidos moles faciais o segundo molar decíduo, tanto superior como inferior para reconstruções faciais forenses em crianças com idade compreendida entre 6 e 10 anos.