Associação entre nitrogênio e inoculação de forrageiras tropicais com bactérias promotoras de crescimento em plantas.

O uso de microrganismos associados às forrageiras surge como uma alternativa para reduzir o uso de insumos químicos, com notáveis benefícios ambientais e econômicos. Portanto, objetivou-se avaliar os benefícios decorrentes da associação entre nitrogênio com forrageiras tropicais inoculadas com bacté...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Leite, Rubson da Costa
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Tocantins (UFT)
Repositorio:Repositório Institucional da UFT
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.uft.edu.br:11612/6054
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/11612/6054
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:CNPQ::CIENCIAS AGRARIAS
Azospirillum brasilense. Megathyrsus maximus. Urochloa brizantha.
Descripción
Sumario:O uso de microrganismos associados às forrageiras surge como uma alternativa para reduzir o uso de insumos químicos, com notáveis benefícios ambientais e econômicos. Portanto, objetivou-se avaliar os benefícios decorrentes da associação entre nitrogênio com forrageiras tropicais inoculadas com bactérias promotoras de crescimento em plantas. Foram conduzidos dois experimentos em condições de campo no município de Araguaína-TO. O experimento 1 foi conduzido entre os meses de março de 2016 e março de 2017, com a forrageira marandu. Os tratamentos organizados em blocos ao acaso, em arranjo fatorial 4x2, com quatro repetições. Foram estudadas quatro doses de fertilizante nitrogenado em cobertura (0,0; 12,5; 25,0 e 50,0 kg/ha de N) combinadas com dois tratamentos de inoculação (inoculado e não inoculado), com avaliações realizadas em três períodos do ano (transição, seca e água). O experimento 2 ocorreu entre os meses de dezembro de 2017 e maio de 2018, com a forrageira mombaça. Os tratamentos organizados em blocos ao acaso, em arranjo fatorial 5x2, com cinco doses de fertilizante nitrogenado em cobertura (0,0; 25,0; 50,0; 75,0 e 100,0 kg/ha de N) combinadas com dois tratamentos de inoculação (inoculado e não inoculado), em quatro repetições. Plantas de capim Marandu inoculadas com A. brasilense apresentaram maior altura de planta, número de perfilhos e produção de forragem do que plantas não inoculadas, independentemente da dose de N. A inoculação do capim Marandu permitiu uma redução de 20% na adubação nitrogenada. Para o capim Mombaça, o número de perfilhos e produção de raízes, a eficiência de inoculação variou em função da dose de N fornecida. No entanto, a porcentagem de N foliar foi maior para plantas inoculadas, independentemente da aplicação do fertilizante nitrogenado. Em condições de ausência de adubação nitrogenada, foi possível aumentar a produção de forragem em 36% com a inoculação do capim Mombaça.