Fatores associados às lesões de atletas do Brazilian Jiu-Jitsu no Vale do Paraíba Paulista
O presente estudo verificou os fatores associados às lesões de atletas do Brazilian Jiu-Jitsu no Vale do Paraíba Paulista. Participaram do estudo 129 masculinos atletas BJJ, com idade 30,1±7,6 anos, tempo de prática 99,4±71,8 meses, correspondendo: 30%faixa preta, 13% faixa marrom, 22% faixa roxa, 2...
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| Tipo de documento: | artigo |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2016 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Instituto Brasileiro de Ensino e Pesquisa em Fisiologia do Exercício (IBPEFEX) |
| Repositório: | Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:ojs.www.rbpfex.com.br:article/1014 |
| Acesso em linha: | https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/1014 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Martial arts Sports injuries Jiu Jitsu Arte marcial Lesiones deportivas Arti marziali Infortuni sportivi Jiujitsu Lesões esportivas Jiu-Jitsu |
| Resumo: | O presente estudo verificou os fatores associados às lesões de atletas do Brazilian Jiu-Jitsu no Vale do Paraíba Paulista. Participaram do estudo 129 masculinos atletas BJJ, com idade 30,1±7,6 anos, tempo de prática 99,4±71,8 meses, correspondendo: 30%faixa preta, 13% faixa marrom, 22% faixa roxa, 25% faixa azul e 10% faixa branca. Utilizou-se um questionário para coletar dados referentes a lesões sobre a classe de peso do adversário, tipo de golpe, graduação do adversário, o ambiente, a causa, golpe aplicado e consequência da lesão. Os resultados apontaram que a região do joelho com 24,77% sofreu maior incidência de lesão, seguida da articulação do ombro 14,16%. Em relação aos golpes aplicados durante a lesão, pode-se constatar maior prevalência de lesão ocorreu através do golpe Arm Lock, seguido dos golpes Mão de Vaca e Leg Lock, correspondendo a 22,32%, 20,54% e 13,39%. A classe de peso do adversário apresentou uma frequência de lesão 8,11% para adversário mais leve, 37,84% para adversário mais pesadoe 54,05% para o mesmo peso. Quanto à graduação adversária, verificou-se que as lesões aconteceram com atletas mais graduados 49,09%, seguidas de atletas menos graduados 27,27% e mesma graduação 23,64%. Observou-se 29,2% lesões graves, 28,31% lesões moderada e 30,97% lesões leves nos treinos. No entanto, o ambiente competitivo as lesões leves corresponderam a 2,65% e graves 7,96%, não sendo relatadas lesões moderadas. |
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