Conexões entre a circulação do hemisfério norte e os vórtices ciclônicos da alta troposfera na região Nordeste do Brasil: um estudo de caso.

Este trabalho investiga as conexões entre a circulação do hemisfério norte e os vórtices ciclônicos da alta troposfera do Nordeste do Brasil. Um estudo de caso é feito para o período de 15 a 25 de novembro de 1986. Imagens de satélite meteorológico, totais diários de precipitação e dados em pontos d...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: ANJOS, Bernadete Lira dos.
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:1995
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCG
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:dspace.sti.ufcg.edu.br:riufcg/11555
Acceso en línea:https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/11555
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Meteorologia Sinótica
Ciclones
Ciclone - Nordeste - Brasil
Vórtices Ciclônicos - Alta Troposfera - Nordeste Brasileiro
Circulação do Hemisfério Norte - Nordeste Brasileiro
Formação do Anticiclone
Synoptic Weather
Cyclones
Cyclone - Northeast - Brazil
Cyclonic Vortices - Upper Troposphere - Northeast Brazil
Circulation of the Northern Hemisphere - Northeast Brazil
Anti-cyclone Formation
Descripción
Sumario:Este trabalho investiga as conexões entre a circulação do hemisfério norte e os vórtices ciclônicos da alta troposfera do Nordeste do Brasil. Um estudo de caso é feito para o período de 15 a 25 de novembro de 1986. Imagens de satélite meteorológico, totais diários de precipitação e dados em pontos de grade do National Meteorological Center (NMC) são utilizados. O ciclone causou precipitação acima da normal em vários estados nordestinos. Seu desenvolvimento não foi típico. O vórtice se forma no nível de 500 hPa no dia 18 de novembro sobre o sul do Nordeste do Brasil e áreas oceânicas adjacentes enquanto que um cavado é visto na mesma área no nível de 200 hPa. A penetração de um sistema frontal austral em latitudes baixas auxilia a formação do vórtice na média troposfera. Um segundo sistema frontal austral favorece a amplificação do cavado em 200 hPa e o consequente desprendimento do ciclone três dias depois. O anticiclone da Bolívia se faz presente no nível de 200 hPa um dia após a formação do ciclone em 500 hPa. A formação do anticiclone é resultado do acoplamento entre um vórtice anti-horário localizado sobre o Pacífico equatorial leste e a crista associada ao primeiro sistema frontal austral. A amplificação de um cavado de latitudes médias localizado ao Norte da América do do Sul desempenha um papel fundamental nesse processo.