Parque dedicado ao Ensino de Astronomia: uma abordagem do Ensino não formal
Introdução: a formação do indivíduo ocorre por meio do ensino formal, não formal e informal. O ensino formal e pautado por leis e regras estabelecidas pela união, estado e municípios; já o ensino não formal representa o interesse de agremiações, instituições ou grupos sociais na autogestão e aquisiç...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-08082020-165034 |
| Acceso en línea: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/14/14134/tde-08082020-165034/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Astronomy. Ensino de astronomia Ensino não formal Espaço não formal. Non-formal education. Non-formal spaces. |
| Sumario: | Introdução: a formação do indivíduo ocorre por meio do ensino formal, não formal e informal. O ensino formal e pautado por leis e regras estabelecidas pela união, estado e municípios; já o ensino não formal representa o interesse de agremiações, instituições ou grupos sociais na autogestão e aquisição de conhecimentos; e o ensino informal acorre de maneira espontânea através da interação do indivíduo com o mundo que o cerca. Esta dissertação busca os pontos de convergência e propõe um modelo de cooperação entre um espaço de ensino não formal (parque de ensino de astronomia) e o ensino formal e informal. Objetivos: criar e testar um espaço não formal de ensino de astronomia e suas áreas correlatas, contribuindo com o ensino formal. Oferecer para as escolas uma estrutura para ser utilizada pelo(s) professore(s) em atividades de ensino de astronomia. Método: para elaborar e desenvolver as atividades voltadas para o ensino não formal de astronomia e criar a instrumentação necessária para dar suporte as atividades programadas para o parque (nomeado Academia do Saber Astronômico ASA), foram realizados quatro diagnósticos: 1. questionários diagnósticos com diretores ou coordenadores pedagógicos; 2. questionários diagnósticos com alunos do ensino médio; 3. questionários diagnósticos com professores; e 4. visitas a outros espaços não formais dedicados ao ensino de astronomia. Para testar a funcionalidade da ASA, foram realizados dois testes pilotos: um com professores do ensino fundamental e médio; e outro com alunos do ensino fundamental. Resultados: foram elaboradas as atividades da ASA com os resultados obtidos nos quatro diagnósticos. A ASA foi aberta para visitas pilotos e testada por professores e alunos. Os resultados dos testes indicam que o parque atingiu os objetivos de contribuir com o ensino formal oferecendo um espaço que ajude os professores a facilitarem a construção de conhecimentos prático e o desenvolvimento das habilidades dos alunos em astronomia. A ASA também pode oferecer visitações públicas que permitam que as pessoas transitem com liberdade pelo espanco e interajam livremente com as atividades do parque. Conclusão: a ASA foi criada e testada, mostrando-se um espaço com potencial para contribuir com o ensino formal de astronomia por meio das atividades propostas e oferecidas no parque. |
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