Territorialidades da prostituição feminina no entorno da Av. Farrapos em Porto Alegre
Este trabalho analisa a prostituição de mulheres trans* e cis na região da Avenida Farrapos, em Porto Alegre e objetiva identificar o motivo da concentração da prostituição no eixo existente na Avenida Farrapos e adjacências na cidade de Porto Alegre, além de verificar os outros fatores que caracter...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/212167 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/212167 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Geografia social Prostituição Mulheres Prostitution Territory Trans women Cis women |
| Sumario: | Este trabalho analisa a prostituição de mulheres trans* e cis na região da Avenida Farrapos, em Porto Alegre e objetiva identificar o motivo da concentração da prostituição no eixo existente na Avenida Farrapos e adjacências na cidade de Porto Alegre, além de verificar os outros fatores que caracterizam a prostituição naquela área. Também foi traçada uma breve análise sobre a prostituição, demonstrando a relação entre cliente, cafetões e prostitutas; descrição da relação entre a prostituição e a militância política. Para fazer isso, são apresentados os conceitos de espaço e território e é discutida a territorialidade da prostituição. A metodologia constou de pesquisa bibliográfica para o referencial teórico, pesquisa de campo por meio de entrevistas estruturadas com três prostitutas trans* e três cisgênero, com abordagem qualitativa, colhendo dados narrativos que foram posteriormente ponderados sob a ótica da análise do discurso. A literatura refere que a ocupação do espaço pelas prostitutas é decorrente de uma trajetória histórica: a questão do território faz parte da condição humana e todos os tipos de agrupamento de pessoas caracterizam uma territorialidade. O resultado das entrevistas mostrou que podem haver diferentes territórios para prostitutas trans* e cis e que a natureza deste agrupamento não é efêmera, já que elas estão rotineiramente nos mesmos pontos e se conhecem. Concluiu-se que há necessidade de continuidade das pesquisas sobre o tema, especialmente em relação aos clientes da prostituição. |
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