Diagnóstico histológico e imunoistoquímico de raiva em herbívoros.
O presente trabalho foi dividido em três etapas: 1) otimização da técnica de imunoistoquímica para raiva utilizando três diferentes anticorpos; 2) mapeamento histológico e imunoistoquímico de cortes seriados do sistema nervoso central (SNC) de bovinos e eqüinos e 3) Histologia e imunoistoquímica de...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2008 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/13207 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/13207 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Imunoistoquímica Raiva : Herbivoros |
| Sumario: | O presente trabalho foi dividido em três etapas: 1) otimização da técnica de imunoistoquímica para raiva utilizando três diferentes anticorpos; 2) mapeamento histológico e imunoistoquímico de cortes seriados do sistema nervoso central (SNC) de bovinos e eqüinos e 3) Histologia e imunoistoquímica de bovinos com diagnóstico de raiva registrados no programa DXSNC do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) com lesões de encefalite não-supurativa e de casos de eqüinos com raiva do arquivo do Setor de Patologia da UFRGS entre 2002-2007. Para a otimização da técnica de imunoistoquímica para raiva foram utilizadas 5 amostras de SNC de bovinos infectados naturalmente com o vírus da raiva usando-se um anticorpo policlonal e dois monoclonais. Para a recuperação antigênica foram avaliados os seguintes reagentes: protease XIV, proteinase K e tampão citrato pH 6,0. A detecção de antígeno rábico nas amostras foi possível com os três anticorpos utilizados. O anticorpo policlonal foi superior aos anticorpos monoclonais, demonstrando bons resultados com os três protocolos de recuperação antigênica, obtendo uma maior intensidade de marcação quando utilizado o tampão citrato. No mapeamento do SNC foram avaliadas 12 amostras de bovinos e 3 de eqüinos que morreram de raiva. Foi realizado histologia convencional e imunoistoquímica com utilização do anticorpo policlonal na diluição de 1:1000. Os principais achados histopatológicos em bovinos e eqüinos caracterizaram-se por meningoencefalite não-supurativa, microgliose focal, degeneração e necrose neuronal e neuronofagia. Em bovinos os principais locais de lesões foram no tronco encefálico, medula espinhal e gânglio trigêmeo. Corpúsculos de inclusão foram observados em 83,33% dos bovinos e em 100% dos eqüinos. Na imunoistoquímica todos os casos de bovinos e eqüinos obtiveram marcação positiva para raiva. Na terceira etapa do trabalho a histopatologia e imunoistoquímica de 30 amostras de bovinos com raiva do Programa DXSNC do SPV-UFRGS caracterizaram-se por meningoencefalite e meningomielite não supurativa com infiltrado mononuclear perivascular, principalmente de linfócitos e também de plasmócitos e macrófagos, além de, microgliose, satelitose e neuronofagia. Presença de corpúsculos de inclusão intracitoplasmáticos foi observado em 73,33% dos casos. Na imunoistoquímica obteve-se marcação em 80% dos casos. Em dois casos de eqüinos examinados do material de arquivo do SPV-UFRGS havia meningoencefalite não-supurativa e com presença de corpúsculos de inclusão e marcação imunoistoquímica nos dois casos. |
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