Ingressar na universidade por segunda opção gera maior probabilidade evasão? Um olhar para os cursos FURG

A evasão trata-se da saída do aluno de uma Instituição de Ensino Superior ou ainda de um de seus cursos de forma definitiva por qualquer motivo, exceto a diplomação, gerando ociosidade em vagas e consequentemente o encarecimento do custo por aluno matriculado, ou seja, recursos investidos sem o reto...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Barbosa, Pâmela Weber
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande (FURG)
Repositorio:Repositório Institucional da FURG (RI FURG)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.furg.br:1/10414
Acceso en línea:http://repositorio.furg.br/handle/1/10414
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Evasão
SiSU
Políticas Públicas
Ingressantes
Ensino Superior
Evasion
Public policy
Newcomers
University Education
Descripción
Sumario:A evasão trata-se da saída do aluno de uma Instituição de Ensino Superior ou ainda de um de seus cursos de forma definitiva por qualquer motivo, exceto a diplomação, gerando ociosidade em vagas e consequentemente o encarecimento do custo por aluno matriculado, ou seja, recursos investidos sem o retorno desejado. Dessa forma, o objetivo desse estudo é analisar o efeito da entrada em segunda opção sobre a chance de evasão nos cursos presenciais do Campus Carreiros da Universidade Federal do Rio Grande - FURG no período de 2014 a 2018, através do método de Pareamento por Escore de Propensão - PSM, a partir de um banco de dados construído a partir de relatórios do Sistema Acadêmico - FURG, além de relatórios gerenciais emitidos pelo MEC. Os resultados indicam que alunos ingressantes por segunda opção tem, em média, de 2,4 a 3,38 pontos percentuais a mais de chances de evadir, e deve ser observado com preocupação, pois esse fator pode se ampliar ao longo do tempo se nenhuma estratégia de retenção dos estudantes for estruturada dentro das IFES ou pelo próprio MEC. Nessa perspectiva de administração de recursos públicos, o controle da evasão é imprescindível para uma gestão eficiente, pois sua incidência impacta diretamente no orçamento universitário.